Não sou uma pessoa tão experiente em relacionamentos, mas agorinha ouvindo Alanis achei um trecho da música (no pressure over cappuccino) que resume a minha experiência ruim de morar junto (pseudo-casamento):
"Well, you may never be or have a husband
You may never have or hold a child
You will learn to lose everything
We are temporary arrangements"
Fica a dica com a frase de um amigo meu: "melhor um fim infernal do que um inferno sem fim".
quarta-feira, junho 17, 2009
Momentos de Reflexão
Por mais medíocre que seja a sua vida é sempre válido fazer uma reflexão a cada x meses/semanas sobre suas atitudes. Nem falo sobre seus defeitos e virtudes, porque no final o que conta é como você os utiliza e isso acaba virando uma lista de atitudes suas tomadas frente às circunstâncias da vida.
Só sei que fulano é gastador porque quando foi lhe dado dinheiro ele gastou tudo sem pensar no amanhã. Depois economizou tudo o que pôde sem gastar um centavo com a sua felicidade e morreu jovem de acidente. Que azarado!
Uma virtude ou defeito depende muito da circunstância em questão.
Apesar disso tudo, o difícil é saber quando se deve ter um momento de reflexão e o que fazer nesse momento sem se perder divagando sobre a vida.
Há algum tempo eu recebi uma dica sábia que serve para qualquer um de um velho muito sapeca. Ele costuma dizer que todo mundo quando vem para esta vida traz consigo uma caixa de ferramentas para utilizar quando necessário. Dentro da relativa variedade de ferramentas trazidas há ferramentas boas e más, ou positivas e negativas, como queiram chamar. O que importa é que cada uma é útil para uma determinada situação e inútil para outras. Só cabe a você descobrir a utilidade, acertando, errando, vivendo.
A vida vai passando e você vai abrindo sua caixa de ferramentas muitas ou poucas vezes. Experimentando diferentes ferramentas ou utilizando apenas as já conhecidas.
O importante é que você vai carregando toda esta bagagem e se preparando para as adversidades com vários “testes” que a vida lhe dá.
À medida que as suas “ferramentas mais úteis” são usadas e você tem um bom proveito disso, você descobre do que você é capaz. Pode ser uma falsa sensação de poder, mas todo mundo tem que saber suas capacidades e fraquezas, visando reduzir as últimas para ser alguém guerreiro e preparado para tudo.
É claro que não significa que as ferramentas úteis sejam bem vistas por todos.
Mas o que fazer quando as circunstâncias da vida e a sua experiência com a caixa de ferramentas te tornaram uma pessoa com um perfil muito fechado, muito definido?
Onde vai parar a coragem para abrir de novo a caixa de ferramentas e usar aquelas outras que foram deixadas de lado há muito tempo e experimentar como seria usar algo diferente desta vez? Se dispor, se aventurar, se permitir ser alguém diferente nem que seja apenas para experimentar a sensação.
É difícil sair de uma posição confortável para analisar quem você é hoje, fazer um balanço do uso de ferramentas, entender porque muita coisa acontece na sua vida e como você as causou. Mas é uma experiência simples e incrível. Requer no máximo um papel e uma caneta para você não se perder em pensamentos.
Depois de se enxergar no espelho sozinho e perceber do que você é capaz, nada nem ninguém vai poder te assustar, enganar, trair, usar, enfim... Toda aquela série de reclamações que sempre temos.
Eu sei que eu sou a única pessoa que eu posso confiar sem me arrepender depois. Mas quanto tempo eu levei para aprender isso? Para ter “habilidade” nessa ferramenta de autoconfiança? Para estar preparado e não me assustar com mais nada. Reclamei muito, sofri, me indignei, mas valeu a pena no final. Mas também vou reclamar de muitas coisas até aprender a usar minha caixa de ferramentas com muita precisão e ser feliz com isso, sem que a minha felicidade signifique a tristeza de ninguém.
Só sei que fulano é gastador porque quando foi lhe dado dinheiro ele gastou tudo sem pensar no amanhã. Depois economizou tudo o que pôde sem gastar um centavo com a sua felicidade e morreu jovem de acidente. Que azarado!
Uma virtude ou defeito depende muito da circunstância em questão.
Apesar disso tudo, o difícil é saber quando se deve ter um momento de reflexão e o que fazer nesse momento sem se perder divagando sobre a vida.
Há algum tempo eu recebi uma dica sábia que serve para qualquer um de um velho muito sapeca. Ele costuma dizer que todo mundo quando vem para esta vida traz consigo uma caixa de ferramentas para utilizar quando necessário. Dentro da relativa variedade de ferramentas trazidas há ferramentas boas e más, ou positivas e negativas, como queiram chamar. O que importa é que cada uma é útil para uma determinada situação e inútil para outras. Só cabe a você descobrir a utilidade, acertando, errando, vivendo.
A vida vai passando e você vai abrindo sua caixa de ferramentas muitas ou poucas vezes. Experimentando diferentes ferramentas ou utilizando apenas as já conhecidas.
O importante é que você vai carregando toda esta bagagem e se preparando para as adversidades com vários “testes” que a vida lhe dá.
À medida que as suas “ferramentas mais úteis” são usadas e você tem um bom proveito disso, você descobre do que você é capaz. Pode ser uma falsa sensação de poder, mas todo mundo tem que saber suas capacidades e fraquezas, visando reduzir as últimas para ser alguém guerreiro e preparado para tudo.
É claro que não significa que as ferramentas úteis sejam bem vistas por todos.
Mas o que fazer quando as circunstâncias da vida e a sua experiência com a caixa de ferramentas te tornaram uma pessoa com um perfil muito fechado, muito definido?
Onde vai parar a coragem para abrir de novo a caixa de ferramentas e usar aquelas outras que foram deixadas de lado há muito tempo e experimentar como seria usar algo diferente desta vez? Se dispor, se aventurar, se permitir ser alguém diferente nem que seja apenas para experimentar a sensação.
É difícil sair de uma posição confortável para analisar quem você é hoje, fazer um balanço do uso de ferramentas, entender porque muita coisa acontece na sua vida e como você as causou. Mas é uma experiência simples e incrível. Requer no máximo um papel e uma caneta para você não se perder em pensamentos.
Depois de se enxergar no espelho sozinho e perceber do que você é capaz, nada nem ninguém vai poder te assustar, enganar, trair, usar, enfim... Toda aquela série de reclamações que sempre temos.
Eu sei que eu sou a única pessoa que eu posso confiar sem me arrepender depois. Mas quanto tempo eu levei para aprender isso? Para ter “habilidade” nessa ferramenta de autoconfiança? Para estar preparado e não me assustar com mais nada. Reclamei muito, sofri, me indignei, mas valeu a pena no final. Mas também vou reclamar de muitas coisas até aprender a usar minha caixa de ferramentas com muita precisão e ser feliz com isso, sem que a minha felicidade signifique a tristeza de ninguém.
Deve ser legal
Deve ser legal ter um blog, eu pensava. Mas ao mesmo tempo eu me lembrava de quando preenchia várias páginas de diários na adolescência e depois fui perdendo o costume. A maioria deles até hoje têm várias páginas em branco, não seria diferente em um blog.
O melhor é que aqui não há marcadores com os dias do ano para serem preenchidos obrigatoriamente e ninguém vai se importar se você não escrever, afinal, existem sim pessoas mais ocupadas e com programas mais interessantes para passar o tempo.
Mas depois de ficar muitas noites e manhãs pensando na vida, além de algumas postagens no twitter eu resolvi botar pra fora o que penso em um blog. Dois coelhos mortos com uma só caixa d'água: não alugo ninguém e sinto o efeito de que estou escrevendo isso para alguém que se importe. Muito melhor do que guardar tudo na cabeça.
Outras pessoas botam isso pra fora através de terapia/psicólogo, pagando ou alugando amigos por um curto espaço de tempo e são felizes assim. Eu não... eu extrapolo o limite da chatice e de falar demais de mim (EU, EU, EU...) e quando me toco já aluguei a pessoa demais!
Hoje é um dia desses muitos em que tudo o que eu penso precisa ser exposto, analisado e escarafunchado senão não tá bom. Então, é por isso que eu comecei com esse blog e não pra ser super conhecido ou ter notícias interessantes a cada dia para quem lê. Se veio pensando isso pode tirar o seu cavalinho da chuva.
Mas posso garantir que minha vida é uma novela e com várias cenas de comédia! Pelo menos eu me divirto com ela, ela muda, eu mudo demais e me disponho a tanta coisa diferente que quando tudo está calmo tem algo errado.
Baseado nisso e no fato de eu ter saído de casa cedo, tenho muita coisa boa pra contar, situações engraçadas e pensamentos que podem fazer com que valha a pena você ler o que eu escrevo.
E isso já basta para apresentação.
O melhor é que aqui não há marcadores com os dias do ano para serem preenchidos obrigatoriamente e ninguém vai se importar se você não escrever, afinal, existem sim pessoas mais ocupadas e com programas mais interessantes para passar o tempo.
Mas depois de ficar muitas noites e manhãs pensando na vida, além de algumas postagens no twitter eu resolvi botar pra fora o que penso em um blog. Dois coelhos mortos com uma só caixa d'água: não alugo ninguém e sinto o efeito de que estou escrevendo isso para alguém que se importe. Muito melhor do que guardar tudo na cabeça.
Outras pessoas botam isso pra fora através de terapia/psicólogo, pagando ou alugando amigos por um curto espaço de tempo e são felizes assim. Eu não... eu extrapolo o limite da chatice e de falar demais de mim (EU, EU, EU...) e quando me toco já aluguei a pessoa demais!
Hoje é um dia desses muitos em que tudo o que eu penso precisa ser exposto, analisado e escarafunchado senão não tá bom. Então, é por isso que eu comecei com esse blog e não pra ser super conhecido ou ter notícias interessantes a cada dia para quem lê. Se veio pensando isso pode tirar o seu cavalinho da chuva.
Mas posso garantir que minha vida é uma novela e com várias cenas de comédia! Pelo menos eu me divirto com ela, ela muda, eu mudo demais e me disponho a tanta coisa diferente que quando tudo está calmo tem algo errado.
Baseado nisso e no fato de eu ter saído de casa cedo, tenho muita coisa boa pra contar, situações engraçadas e pensamentos que podem fazer com que valha a pena você ler o que eu escrevo.
E isso já basta para apresentação.
Eu podia...
Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, eu podia estar enchendo o saco de alguém, mas não... prefiro escrever aqui o que eu acho de tudo, assim só lê quem estiver interessado.
Luciana, por uma vida menos chata.
Luciana, por uma vida menos chata.
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